segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Não regrida

Difícil quando você vê o barco afundar e nada pode fazer, difícil ajudar alguém que não quer ser ajudado, que quer arriscar tudo por um “nada”, difícil, pois mesmo que consiga alcançar seu objetivo, seu prêmio não valerá tal esforço, pois terá “nada” como recompensa. Olhe adiante, sem medo, pois o que esta para trás já perdeu sua importância e valor, é fato que o incerto nos aguarda no futuro, mas conte comigo para enfrentá-lo.

domingo, 30 de outubro de 2011

Com muito esforço...


Após um excessivo esforço agora posso finalmente descansar, porém incompleto, mutilado, com um pedaço de mim tirado fora.
Agora isso é o que sou, um incompleto, um ninguém, não sou o herói de ninguém, não sou admirado por ninguém, ou querido, sequer respeitado.
Após um excessivo esforço percebo este curioso mundo sem sentido que passa ainda através de meus olhos, de tanto desgosto tento fecha-los para não me ferir ainda mais.
Posso ver hoje coisas que antes não via mesmo me esbarrando, já ouvi tudo o que não queria ouvir... acho que a verdade às vezes não soa bem aos nossos ouvidos.
Conduzo-me agora para o destino certo, o oposto do que estava seguindo, e o deixo me levar.
Remova de mim esta decepção, pois agora... após um excessivo esforço, compreendi o que é o "amor".

domingo, 9 de outubro de 2011

Eterna jornada

Caminhando com desilusões de uma jornada que mais parece eterna, quanto tempo perdi? Quantos dias se passaram? Fica agora um enorme oceano entre nós, vejo que você as vezes tenta atravessá-lo, mas lhe digo que é inútil, o tempo não volta atrás para que se possa ponderar erros cometidos... e eu já fiz minha escolha, mas nossa como é chato ter de ouvir que tenho que aprender a ter tolerância em relação aos fatos ocorridos e aos que ainda vão ocorrer no futuro, como é chato ter de suportar a presença de indivíduos aos quais não consigo mais olhar na cara sem sentir náuseas, como é chato ainda ouvir alguém lhe perguntando, “- O que aconteceu?... Por quê?... Como assim?”. Como é chato ter de contar a mesma história, mas acima de tudo, como é chato recordar toda a história.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Boa "má" noticia...


Acho que não é tão saboroso quando se é servido frio, mas enfim, realmente a vingança não deve ser saboreada as pressas, com muito custo é que fui perceber isto, é necessária uma boa dosagem de paciência, e por que não fé.
Porém a boa má noticia que recebia dias atrás era por mim digerida com um certo gosto até então desconhecido, difícil de avaliar, um tenso feliz fiquei, mas a aquela altura me fazia repensar em toda a situação vivida e reavaliar o todo.
Não tem o mesmo sabor a vitória onde o inimigo desistiu de lutar, já dizia o general chinês Sun Tzu: “-Normalmente, no começo de guerra, o espírito do inimigo é agudo e irresistível. Um certo período depois, recusará e afrouxará. Nas fases finais da guerra, ficará fraco, e os soldados estarão sem ânimo para lutar.”, o difícil é também manter a postura quando seu oponente se mostra desinteressado, pior ainda quando se mostra... arrependido.

domingo, 18 de setembro de 2011

Qual seria a resposta?

Aparentemente uma noite qualquer... nada de novo, até então quando surge ela, e muda todo o cenário.
"-Bebe?" Disse eu oferecendo-a um chopp.
"-Não hoje, obrigada... o médico me proibiu por alguns dias." (risos)
Em meio a mais poucas palavras trocadas, a ficha ia caindo e eu me dando conta de quem ali estava.
Lá estava ao meu lado sorrindo, com um brilho no olhar atenta ao nada, enquanto eu fazia o maior esforço para que me notasse.
Mas ao mesmo tempo minha fraqueza criava um medo... um medo de que algo desse errado, e me impedia de dar um passo maior, me impedia lhe dizer algo que eu já venho carregando um tempo.
Admito que é hora de lutar contra esse "monstro", pois percebo que quando ela se for, minhas lembranças não vão trazê-la de volta, ficaria eu assim sem nunca saber da resposta e sempre desejando-a ter a mesma.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Continue...

Fracasso... as pedras do caminho não fazia eu o menor esforço para tira-las de lá... o resultado éra obviamente o mesmo, após tropeços a dor sempre vinha, lembro de alguém incansavelmente erroneamente (ao meu ver) me dizendo: "-Sofre muito menos, quem aprende à custa dos erros alheios.".
Algumas coisas na vida, são necessárias ser vivenciadas por si mesmo, é necessário carregar o "fardo" para saber o seu real peso.
Seguir adiante sem olhar pra trás e lamentar não poder consertar os erros, é mais difícil na pratica do que na teoria, a vida é como um teatro sem ensaio, errou... fazer o quê? continue...