domingo, 18 de setembro de 2011

Qual seria a resposta?

Aparentemente uma noite qualquer... nada de novo, até então quando surge ela, e muda todo o cenário.
"-Bebe?" Disse eu oferecendo-a um chopp.
"-Não hoje, obrigada... o médico me proibiu por alguns dias." (risos)
Em meio a mais poucas palavras trocadas, a ficha ia caindo e eu me dando conta de quem ali estava.
Lá estava ao meu lado sorrindo, com um brilho no olhar atenta ao nada, enquanto eu fazia o maior esforço para que me notasse.
Mas ao mesmo tempo minha fraqueza criava um medo... um medo de que algo desse errado, e me impedia de dar um passo maior, me impedia lhe dizer algo que eu já venho carregando um tempo.
Admito que é hora de lutar contra esse "monstro", pois percebo que quando ela se for, minhas lembranças não vão trazê-la de volta, ficaria eu assim sem nunca saber da resposta e sempre desejando-a ter a mesma.

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